UNIVERSO DAS BACTÉRIAS

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

ACNE

Acne (Cravos e espinhas)




O que é ?

A acne é uma doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. Devido a isso, as lesões começam a surgir na puberdade, época em que estes hormônios começam a ser produzidos pelo organismo, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos.
A doença não atinge apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta e, até mesmo, surgir nesta fase, quadro mais frequente em mulheres.
As manifestações da doença (cravos e espinhas) ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes(figura abaixo) o agente infeccioso mais comumente envolvido.
                                              
Manifestações clínicas

A doença manifesta-se principalmente na face e no tronco, áreas do corpo ricas em glândulas sebáceas. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, sendo, na maioria da vezes de pequena e média intensidade.
Em alguns casos, o quadro pode tornar-se muito intenso, como a acne conglobata (lesões císticas grandes, inflamatórias, que se intercomunicam por sob a pele) e o acne queloideano (deixa cicatrizes queloideanas após o desaparecimento da inflamação).
O quadro clínico pode ser dividido em quatro estágios:
Acne Grau I: apenas cravos, sem lesões inflamatórias (espinhas).



Acne Grau II: cravos e "espinhas" pequenas, como pequenas lesões inflamadas e pontos amarelos de pus (pústulas).

Acne Grau III: cravos, "espinhas" pequenas e lesões maiores, mais profundas, dolorosas, avermelhadas e bem inflamadas (cistos).

Acne Grau IV: cravos, "espinhas" pequenas e grandes lesões císticas, comunicantes (acne conglobata), com muita inflamação e aspecto desfigurante.


Tratamento

Sendo doença de duração prolongada e algumas vezes desfigurante, a acne deve ser tratada desde o começo, de modo a evitar as suas sequelas, que podem ser cicatrizes na pele ou distúrbios emocionais, devido à importante alteração na auto-estima de jovens acometidos pela acne.
O tratamento pode ser feito com medicações de uso local, visando a desobstrução dos folículos e o controle da proliferação bacteriana e da oleosidade. Podem ser usados também medicamentos via oral, dependendo da intensidade do quadro, geralmente antibióticos para controlar a infecção ou, no caso de pacientes do sexo feminino, terapia hormonal com medicações anti-androgênicas.
A limpeza de pele, que pode ser realizada por esteticistas devidamente capacitadas, tem ação importante para o esvaziamento de lesões não inflamatórias (cravos), evitando a sua transformação em espinhas.
Em casos de acne muito grave (como a acne conglobata), ou resistente aos tratamentos convencionais, pode ser utilizada a isotretinoína (Roacutan), medicação que pode curar definitivamente a acne em cerca de seis a oito meses na grande maioria dos casos.
Apesar de não ter participação na causa da doença, a dieta pode ter influência no curso da acne em algumas pessoas. Alimentos como chocolate, gorduras animais, amendoim e o leite e seus derivados devem ser evitados pelos pacientes que apresentem acne e percebam agravação dos sintomas após a ingestão dos mesmos.
O tratamento da acne deve ser orientado por um médico dermatologista, que é o profissional capacitado para indicar os medicamentos ideais para cada caso. Não use remédios indicados por pessoas leigas ou que tenham um quadro semelhante ao seu. Eles podem não ser apropriados ao seu tipo de pele. A duração do tratamento é longa, geralmente nunca é menor do que seis meses, portanto, paciência. Esclareça suas dúvidas com o dermatologista que o acompanha, ele sempre poderá ajudá-lo.
É importante saber que algumas pessoas apresentam melhoras com certos medicamentos e outras não. Por isso, pode ser que seu médico precise trocar a sua medicação caso o tratamento inicial não esteja surtindo efeito para o controle da doença.

Fonte: http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/acne.shtml

sábado, 23 de abril de 2011

CONHEÇA A IMPORTÂNCIA E AS VÁRIAS ULTILIDADES DAS BACTÉRIAS.

Muitas pessoas acreditam que as bactérias não servem para nada, ou melhor, que só nos causam diversas doenças. Mas isto está longe de ser verdade - felizmente! De fato, algumas bactérias provocam doenças. Outras, no entanto, são amplamente exploradas para melhorar nossa qualidade de vida, em diversos aspectos: quanto à nossa alimentação, na produção de insulina, nos tratamentos de beleza, no ambiente etc. Vamos ver como isso ocorre?

Para começar, quanto à nossa alimentação, as bactérias são amplamente utilizadas para a fabricação de iogurtes, por exemplo. Você certamente já ouviu falar em lactobacilos vivos, que estão presentes num produto de marca famosa. Mas de que modo as bactérias atuam no iogurte? Bem, elas transformam o açúcar contido no leite (lactose) em ácido láctico.

Desse modo, o leite torna-se azedo, mudando assim o seu pH. Isso faz com que a proteína do leite se precipite, formando o "coalho". Mas, em matéria de alimentação, além das bactérias que atuam no leite, há também aquelas que modificam o álcool etílico em ácido acético, formando o vinagre, que tempera saladas e diversos pratos.

Importância ecológica das bactérias

A atuação das bactérias no ambiente também merece destaque: é extremamente importante para a reciclagem de matéria orgânica, ou seja, as bactérias, juntamente com os fungos, realizam o processo de decomposição transformando a matéria orgânica morta e devolvendo-a ao solo sob a forma de matéria inorgânica.
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Estrutura celular de uma bactéria


Outro aspecto importante, no âmbito ecológico, se refere ao ciclo do nitrogênio, pois os seres vivos não absorvem este elemento químico diretamente do ar (existem na atmosfera cerca de 71 %).

As bactérias do gênero Rhizobium que se encontram nas raízes de plantas leguminosas, como por exemplo, o feijão, milho, ervilha, etc., é que transformam o nitrogênio atmosférico em sais nitrogenados (nitrito e nitrato) para as plantas, aumentando a quantidade de nutrientes que elas absorvem.

Na seqüência, o nitrogênio é passado para os animais herbívoros, que se nutrem das plantas, e depois aos carnívoros, que se alimentam dos herbívoros.

Bactérias como fertilizantes e digestivos


Há ainda outras bactérias dos gêneros Nitrossomonas e Nitrobacter que transformam respectivamente, a amônia (NH3) liberada pela urina dos animais em nitrito e o nitrito em nitrato, o que aumenta a fertilidade do solo.

Sem elas, o ruminante não conseguiria absorver o máximo dos nutrientes dos vegetais, devido à falta de uma enzima capaz de quebrar a celulose. Esse trabalho é realizado pelas bactérias. Em troca disso, estas ganham moradia e alimentação. Portanto, o benefício é mútuo.

Bactérias e controle biológico

As bactérias também são amplamente utilizadas no combate as pragas na agricultura. Um exemplo disto é o Bacillus thuringensis, que ataca as larvas de determinados insetos, produzindo cristais de proteínas que acabam por romper seus intestinos, ocasionando a morte dessas mesmas larvas. Desse modo, elas controlam os insetos que atacam as plantações - o que nós denominamos de controle biológico ou natural de pragas.

 

Uso farmacêutico e cosmético

As bactérias também podem ser programadas, através da engenharia genética, para produzir a insulina. Esse hormônio (insulina) é de suma importância para controlar a taxa de açúcar no sangue, garantindo níveis apropriados à sobrevivência humana.

No campo da estética pessoal, as bactérias também estão sendo utilizadas, ou melhor, sua toxina é posta em ação. É o caso da toxina botulínica (o "botox") que serve para paralisar, por um período, a musculatura do rosto (linhas de expressão), evitando as rugas da idade.

Em suma, a existência de diferentes formas de vida em nosso planeta necessita da presença das bactérias e de sua vasta atuação no ambiente, na alimentação, na saúde física e até na estética.

Fonte:http://educacao.uol.com.br/biologia/ult1698u24.jhtm

FURÚNCULO

O que é?

Infecção bacteriana da pele que provoca a necrose (destruição) do folículo pilosebáceo. É causada pela bactéria estafilococos.

Manifestações clínicas

A lesão inicia-se por um nódulo muito doloroso, vermelho, inflamatório, endurecido e quente, centrado por um pêlo, onde pode aparecer pequeno ponto de pus.
Com a evolução do quadro, ocorre o rompimento do nódulo e a eliminação de pus e de uma massa esbranquiçada, popularmente conhecida como "carnegão", formando uma ferida ulcerada que, ao cicatrizar, pode deixar uma mancha escura no local.
As lesões são mais frequentes em áreas de dobras da pele, sendo muito comuns nas nádegas e virilhas, mas podem surgir em outros lugares como o abdômen e as coxas.
Quando ocorrem repetidamente, a doença recebe o nome de furunculose e está associada à uma deficiência do organismo em evitar a infecção do folículo. Quando várias lesões surgem simultaneamente, próximas e interligadas, o quadro recebe o nome de antraz, ocorrência mais comum na região da nuca.







Tratamento

O tratamento é feito com antibióticos locais e sistêmicos. Nos casos muito dolorosos e com superfície amolecida, pode ser feita a drenagem da lesão, com alívio imediato da dor.
Quando ocorre a furunculose, deve-se pesquisar e evitar o que está favorecendo o surgimento das lesões e estimular a imunidade do indivíduo a combater a infecção. O médico dermatologista é o profissional indicado para o tratamento dos furúnculos e da furunculose.

Fonte:http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/furunculo.shtml

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Bactérias Gram-positivas e Gram-negativas

 A forma das bactérias pode ser observada através de coloração de Gram que divide as bactérias em dois grupos: Gram-positivas e Gram-negativas, aproximadamente iguais em número e importância. A reação das bactérias à técnica de Gram expressa diferentes características, de modo especial no que diz respeito à composição química, estrutura, permeabilidade da parede celular, fisiologia, metabolismo e patogenicidade.
A parede da célula Gram-negativa é constituída por estruturas de múltiplas camadas bastante complexas, que não retêm o corante quando submetidas a solventes nos quais o corante é solúvel, sendo descoloradas e, quando acrescentados outros corantes, adquirem a nova coloração. Já a parede da célula Gram-positiva consiste de única camada que retém o corante aplicado, não adquirindo a coloração do segundo corante.
Nas bactérias Gram-negativas, a parede celular está composta por uma camada de peptidioglicano e três outros componentes que a envolvem externamente; lipoproteína, membrana externa e lipopolissacarídeo.

   

Entretanto, as paredes celulares das bactérias Gram-positiva e Gram-negativa são diferentes. A parede celular da bactéria Gram-positiva é espessa, 10 a 50Mm, chegando até a 80Mm e a da Gram-negativa é menos espessa, 7,5 a 10Mm. A membrana citoplasmática adere fortemente ao componente interno da célula bacteriana. A parede celular da bactéria Gram-positiva é única e consiste de uma camada espessa, composta quase que completamente por peptídioglicano, responsável pela manutenção da célula e sua rigidez. As múltiplas camadas de peptidioglicano (15 a 50Mm) das bactérias Gram-positivas constituem uma estrutura extremamente forte em tensão, enquanto que nas Gram-negativas o peptidioglicano é apenas uma camada espessa e, conseqüentemente, frágil.
Como fatores de ataque ou agressão, as células Gram-positivas e Gram-negativas caracterizam-se por graus diferentes de virulência. As bactérias Gram-negativas são constituídas por uma endotoxina, o LPS, que lhes confere a propriedade de patogenicidade, enquanto nas bactérias Gram-positivas a exotoxina, composta pelo ácido lipoteicoico, tem como característica principal a aderência.




Bactéria Gram-positiva: protege a sua membrana plasmática com uma parede celular espessa, constituída de um polímero, exclusivo das bactérias, chamado de pepitidoglicano ou mureína, que impede a passagem de compostos hidrofóbicos. Se coram de azul pela ação do cristal violeta.

Bactéria Gram-negativa: possui camadas duplas, membrana interna e externa, esta última associada à mureína e à lipopolissacarídeos. Se coram de vermelho pela ação da fucsina.





terça-feira, 19 de abril de 2011

Afinal, o que são bactérias?

 
A palavra bactéria vem do Grego, onde “bakteria” significa bastão. As bactérias são encontradas em todos os ambientes da Terra.As bactérias são seres microscópicos. A maioria apresenta reprodução assexuada. 
Bactérias são microorganismos unicelulares, procariotos, podendo viver isoladamente ou construir agrupamentos coloniais de diversos formatos. A célula bacteriana contém  quatro componentes fundamentais a qualquer célula: membrana plasmática, hialoplasma, ribossomos e cromatina, no caso, uma molécula de DNA circular, que constitui o único cromossomo bacteriano.




















Logo em seguida, vocês conhecerão os tipos de classificação de bactérias.

Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera.php




Tipos de bactéria


Uma forma de classificar bactérias é pelo formato.

•Bactérias em formato de bastonete são conhecidas como bacilos. Elas normalmente possuem saliências onduladas, que são os flagelos, utilizadas para se impulsionar. Alguns bacilos formam uma parede grossa de células conhecida como esporos que podem sobreviver por longos períodos, mesmo depois da bactéria principal ter sido morta por congelamento, desinfetante ou outros fatores. Quando as condições são propícias, os esporos podem gerar novas bactérias. A febre tifóide é causada por um bacilo.


  Bacilo
                                                   


•Bactérias em formato arredondado ou oval são conhecidas como coco. Elas surgem isoladamente (micrococo), em cadeias (estreptococo - causa da faringite), em pares (diplococo - causa de um tipo comum de pneumonia) ou em grupos irregulares (estafilococo - causa de muitas infecções de pele). A bactéria do tipo coco não forma esporos nem se movimenta normalmente. 



 Cocos



 Diplococos



 Estreptococos

•Bactérias em formato de vírgula são chamadas vibriões - um exemplo de vibrião é o causador da cólera. Bactérias em forma de espiral são chamados de espiroqueta; a bactéria causadora da sífilis é uma espiroqueta.



                                                                      espiroqueta
                                                                                vibrião
                                                                               



Uma outra forma de classificar bactérias é avaliando se elas podem viver na presença do ar. Aquelas que sobrevivem são chamadas de aeróbicas e as que não vivem no ar são as anaeróbicas. Algumas podem viver com ou sem ar e são chamadas anaeróbios facultativos. Tétano é um exemplo de doença causada por uma bactéria anaeróbica normalmente encontrada no solo. Elas não representam riscos aos seres humanos, a menos que entrem no corpo através de um ferimento, particularmente um ferimento profundo (feito ao pisar em um prego, por exemplo). O ar não consegue destruir os organismos e assim estes começam a se multiplicar dentro do corpo, a menos que a pessoa infectada tenha sido vacinada contra o tétano. 

Como as bactérias são transmitidas

 

Bactérias que causam doenças entram no corpo de diversas formas. As que causam pneumonia e inflamação na garganta são transmitidas através de gotículas expelidas no ar por uma pessoa infectada que espirra ou tosse. A bactéria é então inalada e depositada nas membranas mucosas da garganta ou dos pulmões de uma pessoa saudável, onde elas se multiplicam e eventualmente causam doenças, a menos que sejam combatidas pelo sistema imunológico do corpo.
As bactérias que causam doenças intestinais - como a cólera e o tifo - podem ser transmitidas por alimentos que tenham sido manuseados pela pessoa infectada, ou pela água contaminada por resíduos corporais de um indivíduo infectado. Uma outra importante porta de entrada para infecções é qualquer ferimento na pele, razão pela qual é importante fazer a limpeza do corte o quanto antes. 

Bactérias e o corpo

 

Uma vez dentro do corpo, a bactéria causa danos de duas maneiras: pela destruição direta do tecido ou pela produção de toxinas. Determinadas células brancas, conhecidas como linfócitos, produzem antitoxinas (que neutralizam as toxinas das bactérias) e anticorpos (que destroem as bactérias invasoras). Uma vez criados, os anticorpos de uma doença específica podem persistir no corpo ou se reproduzirem quando necessário, oferecendo imunidade contínua - algumas vezes por toda a vida. Há ainda uma outra célula branca conhecida como fagócito que consegue destruir a bactéria.


Fonte: saude.hsw.uol.com.br

domingo, 17 de abril de 2011

CURIOSIDADE


Você sabia que existem bactérias que produzem plástico?


                                            
 A bactéria que "produz" plástico chama-se "Alcaligenes latus"




   Material se decompõe com facilidade e desaparece em cerca de um ano  

     
      
Sacos de supermercado, garrafas de refrigerante, vasilhas e brinquedos são só alguns dos incontáveis objetos que podem ser feitos de plástico. E quem aí sabe qual é a matéria-prima desse material? Se alguém respondeu petróleo, acertou em parte...
     Há um plástico diferente que é produzido por bactérias. Ele é biodegradável - ou seja, decompõe com grande facilidade, desaparecendo do meio ambiente em cerca de 12 meses: tempo muito menor do que o plástico convencional, que pode levar centenas de anos para ser decomposto.
     O plástico biodegradável é feito de polihidroxialcanoatos. O nome é tão difícil de pronunciar que os pesquisadores usam a sigla PHAs para facilitar. Mas o que é são os PHAs? São moléculas produzidas por inúmeros micro-organismos, entre eles, a bactéria que você vê na imagem.
    Ela produz essas moléculas em seu interior na forma de grânulos e as utiliza como fonte energética. Manipulados pelos cientistas, os PHAs adquirem propriedades similares às do plástico convencional.
    O plástico biodegradável tem muitas utilidades: pode ser usado na fabricação de embalagens para produtos de limpeza, higiene, cosméticos e medicamentos, entre outros. Na área médica, o bioplástico serve também para fazer fios de sutura, próteses ósseas e cápsulas - que, inseridas debaixo da pele, liberam gradualmente medicamentos na corrente sanguínea.
    A grande vantagem do plástico biodegradável é reduzir a poluição do meio ambiente. Enquanto o plástico comum depende de uma fonte que pode acabar (o petróleo) e se acumula, sujando rios, lagos e terrenos, o bioplástico desaparece da natureza com rapidez e é produzido a partir de uma fonte, as bactérias, que se desenvolvem com facilidade.
Fonte: Jornal O Tempo online